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O
jogador de pólo aquático Conrado Beroluzzi
revelou mês seu amuleto de sorte: uma medalha torta de
São Bento. “A corrente e o pingente foram presentes da
minha mãe. Não sei como entortou. Acho que jogaram
mau-olhado e o santo protegeu”, acredita. Este
canceriano de 22 anos não dispensa uma partida de
futevôlei na praia e é apaixonado por livros. Sorrindo,
ele declara à revista o motivo de ainda estar solteiro:
“Digo que falta tempo para namorar, mas a verdade é que
não achei ninguém especial”.
O judoca Leandro Guilheiro vai contra o que o
espelho diz e declara: ‘Sou um cara muito sem graça”.
Dono de uma medalha de bronze na Olimpíadas de Atenas, o
sobrenome do lutador de 23 anos é trabalho. “Luto judô
desde os 5 anos e treino quatro horas por dia”, revela.
Quando o assunto é namoro, Leandro desconversa: “Não
estou pronto para dividir meu tempo, mas loiras de olhos
claros são irresistíveis”. Nas horas livres, o gato
prefere dedilhar o violão a badalar pela cidade. “Às
vezes, acho que sou velho para minha idade”, filosofa.
Do
alto de seu 1,98 metro, o atleta Lucas Pereira Vita
assume que adora namorar: “Criar intimidade com uma
mulher não tem preço. Ela precisa ser companheira e
ficar sempre do meu lado”, entrega. Aos 22 anos, este
paulistano conta que joga pólo aquático desde que
largou a natação, em 2002. “A equipe é amiga fora das
piscinas, mas existe rivalidade dentro d´água”.
Lucas, que veleja e surfa nos finais de semana, não
dispensa uma garota viciada em praia.
Nicholas Santos seria um rapaz comum se não
hipnotizasse com o verde-escuro de seus olhos. “Faço
amigos com facilidade, mas prefiro ficar na minha quando
não conheço ninguém”, diz o paulista de Ribeirão Preto.
O atleta, de 27 anos, pratica natação desde os 6,
por influência dos pais, donos de uma escola de
mergulho. Ele afirma que já passou da fase de baladas e
prefere dar o primeiro passo na hora da paquera: “Gosto
de trocar olhares, de conquistar uma mulher. E, quando
namoro, abro a porta do carro, sim”. Para cair nas
graças dele, a garota deve cuidar do corpo, ter cabelo
liso e um rosto delicado, além de ser comunicativa e
compreensiva.
foto Karine Basíliomini
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